Formação Igreja
Celso Roberto Mazzali

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Segundo Mandamento

“Não pronunciarás em vão o nome do Senhor teu Deus” (Ex. 20,7; Dt. 5,11)

O Segundo Mandamento manda que tenhamos um profundo respeito pelo nome do Senhor. Isto quer dizer que não podemos ficar pronunciando o nome de Deus em qualquer conversa.

O nome de Deus deve ser pronunciado para bendizê-lo, adorá-lo, glorificá-lo, ou seja, em um profundo relacionamento amoroso da criatura com seu Criador.

Este mandamento proíbe o uso do nome de Deus, isto é, todo uso inconveniente do nome de Deus, de Jesus Cristo, da Virgem Maria e de todos os santos. (CIC. 2146)
A proibição da blasfêmia se estende as palavras contra a Igreja de Cristo e as coisas sagradas, ou ainda ao usar o nome de Deus para encobrir ações criminosas.

Também proíbe o falso juramento. Fazer juramento ou jurar é invocar a Deus como testemunha do que se afirma. É invocar a veracidade divina como garantia da própria veracidade.

O juramento empenha o nome do Senhor. É ao Senhor teu Deus que temerás, a Ele servirás e pelo teu nome jurarás. (Dt. 6,13 – CIC 2150)

Abster-se de jurar falsamente é um dever para com Deus. Como Criador e Senhor, Deus é a regra de Toda Verdade. A palavra humana está de acordo com Deus ou em oposição a Ele, que é a própria verdade.

Quando é verídico e legítimo, o juramento revela a palavra humana com a verdade de Deus.

O juramento falso invoca Deus para ser testemunha de uma mentira. (CIC 2151)
Não se pode fazer juramento com a intenção de não cumpri-lo. Fazer juramento e não cumprir é uma falta grave contra Deus, não respeitando o Santo Nome do Senhor.

O juramento invocando o Nome do Senhor como testemunha da verdade, só pode ser feito na verdade, no discernimento, na justiça e com reverência.

Celso Roberto Mazzali
Co-Fundador da Comunidade Dominus Salus