|
O
Segundo Mandamento
“Não pronunciarás em vão
o nome do Senhor teu Deus” (Ex. 20,7; Dt. 5,11)
O Segundo Mandamento manda que tenhamos um profundo respeito pelo
nome do Senhor. Isto quer dizer que não podemos ficar pronunciando
o nome de Deus em qualquer conversa.
O nome de Deus deve ser pronunciado para bendizê-lo, adorá-lo,
glorificá-lo, ou seja, em um profundo relacionamento amoroso
da criatura com seu Criador.
Este
mandamento proíbe o uso do nome de Deus, isto é,
todo uso inconveniente do nome de Deus, de Jesus Cristo, da Virgem
Maria e de todos os santos. (CIC. 2146)
A proibição da blasfêmia se estende as palavras
contra a Igreja de Cristo e as coisas sagradas, ou ainda ao usar
o nome de Deus para encobrir ações criminosas.
Também
proíbe o falso juramento. Fazer juramento ou jurar é
invocar a Deus como testemunha do que se afirma. É invocar
a veracidade divina como garantia da própria veracidade.
O
juramento empenha o nome do Senhor. É ao Senhor teu Deus
que temerás, a Ele servirás e pelo teu nome jurarás.
(Dt. 6,13 – CIC 2150)
Abster-se
de jurar falsamente é um dever para com Deus. Como Criador
e Senhor, Deus é a regra de Toda Verdade. A palavra humana
está de acordo com Deus ou em oposição a
Ele, que é a própria verdade.
Quando
é verídico e legítimo, o juramento revela
a palavra humana com a verdade de Deus.
O
juramento falso invoca Deus para ser testemunha de uma mentira.
(CIC 2151)
Não se pode fazer juramento com a intenção
de não cumpri-lo. Fazer juramento e não cumprir
é uma falta grave contra Deus, não respeitando o
Santo Nome do Senhor.
O
juramento invocando o Nome do Senhor como testemunha da verdade,
só pode ser feito na verdade, no discernimento, na justiça
e com reverência.
Celso
Roberto Mazzali
Co-Fundador da Comunidade Dominus Salus
|